Há muitas empresas achando que… “agora que COVID19 está passando, bora esquecer essa coisa de DIGITAL e trazer os clientes de volta pras lojas”… enquanto pesquisas globais e locais mostram ACELERAÇÃO DIGITAL de [muitos] ANOS nos últimos MESES.

Vá ver os dados [de “Covid-19 Accelerates Retail’s Digital Transformation”, Armando Roggio, PracticalEcommerce, JUL/2020, em bit.ly/30mgOYz, por exemplo] pra descobrir em mais detalhes porque quem pensa desse jeito vai quase certamente dar muito errado, mesmo, e corre o risco de suicidar seu negócio no curto prazo. ignorar os fatos e dados ao seu redor é, desde sempre, a principal razão pela qual BOAS empresas desaparecem… em especial agora, quando a MUDANÇA nos mercados é tão grande que um simples “reposicionamento” do negócio provavelmente não é suficiente para reagir aos novos tempo, porque, para muitos, o MERCADO não será mais o mesmo, e quase de uma hora para outra.

Os dados mostram que, até a pandemia, o ecommerce brasileiro via nascer 10.000 novas lojas por mês. achou muito? pois nos três primeiros meses de convivência com #COVID19 surgiram 135.000 lojas digitais, ou cerca de 1.500 lojas criadas por dia. isso ocorreu principalmente em MODA, SERVIÇOS e ALIMENTOS [“E-commerce brasileiro já ganhou 135 mil lojas desde o início da pandemia”, E-Commerce Brasil, JUL/2020, em bit.ly/3efaNAn]. assim como os consumidores do mundo conectado, o brasileiro também será DIGITAL FIRST.

Uma epidemia do primeiro coronavírus na CHINA, em 2002, fez com que a internet se tornasse O meio de conexão, relacionamentos, interações, construção e evolução de comunidades E de realizacão de transações [“The SARS epidemic threatened Alibaba’s survival in 2003 – here’s how it made it through to become a $470 billion company”, Tom Huddleston Jr., make it, MAR/2020, em cnb.cx/3gijr30].

E foi por causa disso mesmo que ocorreu uma gigantesca MUDANÇA CULTURAL, de comportamentos analógicos [primeiro] para digitais [primeiro] que levou a CHINA a dominar o ecommerce no mundo [“42% of global e-commerce is happening in China. Here’s why”, Rob Smtih, WEF, APR/2018, bit.ly/2Pip2um]. sem falar em pagamentos digitais, que foram acelerados da mesma forma e não têm igual no mundo.

Nunca aprendemos tanta tecnologia, suas possibilidade e usos tão rapidamente, por motivos tão claros, como nos últimos meses. o aprendizado continua [e muita coisa não tem volta; veja “CENÁRIOS DA VIDA PÓS-COVID-19: RETOMAR, REINICIAR E REINVENTAR”, NIELSEN, MAIO/2020, em bit.ly/3i1uVbO] e o entendimento de mundo, o estabelecimento de hábitos e DINÂMICAS de CONSUMO mudam, e com novos fornecedores [“DINÂMICA DE CONSUMO RECALIBRADA NUM MUNDO ALTERADO PELA COVID-19”. NIELSEN, JULHO/2020, em bit.ly/39ZmQ4n]. o mercado é FIGITAL.

Nos EUA, #ecommerce saiu de 16% para 34% do varejo em 90 dias, durante a #PANDEMIA. nesse período, 75% dos consumidores TESTARAM novos sites e marcas e 60% [45% das pessoas…] deve continuar no DIGITAL depois da crise. quando [enfim] sairmos da PANDEMIA, o VAREJO [por exemplo] será muito diferente.

Pequenos e médios negócios que NÃO se tornarão FIGITAIS, marcas e formatos de distribuição legados que já tinham dificuldades estruturais, varejistas sem capital de giro e shopping centers terão MUITA dificuldade de sobreviver. se tudo JÁ tava muito rápido, IMAGINE agora.

Mercados, empresas, times, pessoas estão na TRANSIÇÃO do FÍSICO [ou analógico] para uma articulação [feita por todos] do FÍsico, habilitado, aumentado e estendido pelo diGITal, orquestrados no espaco sociAL, em tempo [quase] real. FIGITAL: uma grande parte dos novos normais.

Claro que isso JÁ era verdade antes de COVID19. mas muita gente podia passar sem isso porque ainda havia MUITO a ser aprendido, no digital e como hábito, por MUITA gente. o apocalipse digital provocado pelo vírus não é de tecnologia: muito pouca, e pra muitos nenhuma, tecnologia nova foi lançada ou está sendo usada agora… criada nos últimos três, quatro meses. mas muita, muita coisa mudou. e muito do que mudou mudou pra sempre.

As pessoas voltarão para os espaços e lojas Físicas, também… mas as lojas de pedra e cal que terão clientes e relevância são as aumentadas e estendidas pelo diGITal, orquestrados no espaco sociAL, em tempo [quase] real. serão todas FIGITAIS, e já. não perca tempo para redesenhar a SUA estratégia.