Este e-book é um compilado de cinco posts que o nosso cientista-chefe, Silvio Meira, publicou no seu blog, durante o mês de agosto de 2021. Como o nome sugere, trata das “Fundações para os Futuros Figitais”, mas não deve ser visto como uma espécie de guia definitivo.

É mais aconselhável lê-lo como um conjunto de provocações (e não são poucas) para se planejar para uma transformação estratégica iminente, inevitável e cada vez mais inadiável. Tudo isso num cenário no qual as dimensões de performance e competição dos negócios estão cada vez mais interconectadas: os mundos físico, digital e social convivendo em tempo quase real, sem que se possa afirmar objetivamente onde começa um e termina o outro.

Teoria e Prática

Tudo que é falado no texto a seguir tem os dois pés fincados na ciência e na experiência prática. São fruto de mais de 30 anos de pesquisa científica, de consultorias para grandes grupos empresariais da área de varejo (físico e eletrônico), do segmento imobiliário, mercado financeiro, grandes fabricantes de autopeças, agências de comunicação, e de mais um tanto de empresas, além das discussões dentro da nossa própria plataforma, strateegia.digital. Ou seja, muita coisa já foi testada e aprovada. Outras ainda serão. E muita coisa foi descartada.

Referências

Dá para ler num fôlego só, mas é preciso respirar fundo. Talvez o ideal seja acompanhar o raciocínio de Silvio Meira com calma. Fazer uma pausa aqui e acolá para ir mais fundo em cada referência. Aliás, as referências vão do grande cético romano Marcus Tullius Cicero, a David Bowie, passando por Isaac Newton, Jon-Arild Johannessen, Marc Andreesen, Manuel Castells, Zygmunt Bauman e Elżbieta Tarkowska. Não necessariamente nessa ordem. Mas os citados ajudam a compreender essa longa jornada dentro do universo figital.

O texto de Silvio é uma tentativa de fazer o futuro fluir para o passado, passando pelo presente, como ele mesmo provoca. A partir da observação do cenário um tanto sombrio desenhado por Johannessen ao se deparar com a revolução da informação e o futuro do trabalho, Silvio amplia essa visão para desenhar as fundações, as lógicas e os princípios dos ecossistemas coopetitivos de possíveis futuros figitais.

Agora se você ficou curioso em saber o que o mais famoso “camaleão” do universo pop está fazendo no meio de historiadores, teóricos, cientistas e escritores, aqui vai um pequeno spoiler: Bowie anteviu, em 2002, a chegada do streaming bem antes que muita gente boa da área de tecnologia. E hoje, olhando para trás, pensamos: “como é que não vimos isso antes?”

É isso que Silvio tenta: nos fazer ver o futuro, antes do futuro acontecer.

Boa leitura!