A indústria precisa olhar com mais atenção para o mundo figital. Fábricas figitais agregam serviços aos seus produtos e se colocam como grandes plataformas que articulam ecossistemas cada vez mais baseados em bits e redes de pessoas. A fábrica figital é expandida pelo digital, uma rede de laboratório, consultoria, loja, estendida. Conforme cravaram os professores André Neves e Silvio Meira, cientistas da TDS.company.

Sim, mas no mundo real, quais os segmentos que já engataram um namoro sério com o figital? Noivado, casamento?…

Quem está numa relação estável são as grandes fabricantes de smartphones e tablets. Mas aí é fácil porque a natureza do negócio deles exige isso. Os consumidores são extremamente exigentes. Mesmo os mais apaixonados. Querem respostas rápidas e moldam do design até a forma como são comercializados, pós-venda, suporte, etc. Tudo em (e pela) rede, lógico.

Outro setor que flerta bastante com o figital é a indústria automobilística. Estamos assistindo a transformações significativas no segmento. Sai o propulsor a combustão, entram os híbridos e já na próxima década vamos assistir a uma expansão consolidada de motores elétricos. Além disso, os carros estão cada vez mais conectados e cheio de pacotes tecnológicos. Talvez o que aproxime essa indústria do universo figital seja o conceito de “car as a service”, abandonando-se uma “commoditização” secular. Temperando tudo isso, ainda temos a chegada dos veículos autônomos.
Em tese, tudo que está conectado tem potencial para ser figital. Mas há áreas que esse namoro está em marcha lenta. A indústria de eletrodomésticos, por exemplo. O que temos de aparatos analógicos que poderiam estar conversando… Okay, os assistentes virtuais dialogam com geladeiras, com máquinas de lavar, com a TV e até com as lâmpadas. Mas não é só isso, não é?
Só pra fechar: para quem pensa que só setores com alta tecnologia embarcada podem orbitar o universo figital, ledo engano. Aqui, na TDS.company, temos clientes rodando strateegia com vários perfis: indústria de autopeças, indústria de alimentos e bebidas, fornecedores de insumos para outras indústrias e por aí vai.

O casamento com o figital é um passo extremamente importante. Tudo tem que ser meticulosamente planejado. strateegia foi concebido para isso e tem ajudado muitas empresas pelo mundo nesse processo.
A sua será a próxima!

Está lá escrito na tela do seu smartphone e também na do seu notebook: fevereiro de 2021. Mas isso é só uma formalidade. Desde o ano passado, já estamos em 2025, caminhando em ritmo acelerado rumo a 2026 e 2027 está logo ali na esquina. Não, nosso calendário não enlouqueceu. Esse time-lapse da vida real é mais um efeito colateral da pandemia. E o cientista-chefe da TDS.cpmpany, Silvio Meira, explica direitinho. E, como você verá, isso não está sendo ruim.

Ele observa que a aceleração causada pela pandemia do covid-19 é de pelo menos meia década, com quase a totalidade dos líderes em todo o mundo sentindo, na prática, que seus negócios estão sendo severamente afetados pela transformação digital nos seus mercados.

Silvio Meira defende que esse grande passo para a humanidade vem, em quase todos os sentidos, da mudança de comportamento das pessoas. “A supressão do espaço físico, as vezes por meses durante a pandemia, catalisou todo o aprendizado que estava represado por talvez uma década – porque dava pra viver sem as habilitações digitais no negócio, na casa, no entretenimento… – e tudo aconteceu em meses, ao invés de anos, ou nunca”, diz.

No começo da pandemia, 12,3% das pessoas compravam no e-commerce nos EUA. Em setembro último, eram 41,9%, um crescimento de mais de três vezes; e 83,9% dizem que vão reter todos ou parte dos hábitos mesmo quando a questão do covid-19 se resolver. Figital, o já não tão novo espaço sócio-econômico, com suas três dimensões -física, digital e social– é uma tendência irreversível e base para os novos normais, porque nós, pessoas, nos mudamos prá lá. Mudamos de hábito, por um tempo longo o suficiente para estabelecer novos comportamentos que têm muito mais componentes das dimensões digital e social do que tínhamos antes da pandemia.

E o figital será uma das palavras-chave – e uma das chaves – de 2021. Uma tendência irreversível de pelo menos duas décadas que 2020 tornou óbvia e acelerada é que tudo será FIGITAL: mercados, empresas, times, pessoas [e cidades, países, governos…] estão na transição do FÍSICO [ou analógico] não para o digital, como muitos esperam. “Mas para uma articulação do FÍsico, que passa a ser habilitado, aumentado e estendido pelo diGITal, ambos orquestrados no espaço sociAL, em tempo [quase] real”, acentua.

Ele explica que quando os usuários começaram a mudar para o mundo figital, especialmente de 2010 pra cá… passou a ser imperativo, e não mais alternativa, para as empresas, descobrir algum caminho entre físico e figital. Uma parte significativa dos comportamentos de todos os agentes do mercado, de trabalhadores a clientes, deixou de começar, ou de se realizar mais intensamente, na dimensão física do espaço competitivo e passou a se iniciar, quase sempre, no domínio digital.

Boa parte do comportamento no espaço figital será digital first. E a gente não precisa nem ir para 2025 para capturar as evidências dessa mudança. O salto do e-commerce em todo mundo, avançando meia década na maioria dos países, inclusive no Brasil, é só uma das facetas da mudança de comportamento das pessoas para digital first. Por aqui, dependendo das fontes que se considera, as vendas online cresceram entre 50% e 100% no ano; se ficarmos com a média, vamos para 2025 de novo: antes da pandemia, o e-commerce crescia entre 10% e 15% por ano. E a expectativa é de mais de 20% de crescimento em 2021 – que é 2025 –, fazendo com que 2022 já seja 2027.

Independentemente de os mercados terem dado um salto de cinco anos, segundo ele, muitas – senão quase todas – empresas continuarão em 2021 ou antes. Porque há quem acabou de colocar um e-commerce no ar [com o provedor do serviço se tornando sócio, quando é um varejo de alimentos, por exemplo…] e acha que já fez sua transformação digital. “Nem pensar: e-commerce tem 25 anos de história. Quem acabou de instalar um – e está simplesmente vendendo seu estoque, com um catálogo online, como se fosse na loja física… acabou de chegar em 5 de julho de 1994”, brinca.

Na sua análise, Meira provoca que há muitas empresas achando que… “agora que a pandemia vai passar, bora esquecer essa coisa de digital e trazer os clientes de volta pras lojas”. Vale à pena repetir que dados globais mostram uma aceleração digital de anos nos últimos meses, insiste ele. Vai dar muito certo, mesmo, para quem achar que haverá uma volta ao normal de antes. “Quem acordou para digital em 2020, agora é correr para, ao longo desse 2021, fazer cinco anos ou mais em menos de um e chegar pelo menos em 2000. Lembrando que 2021, claro, é 2025. Faça as contas. Pense no salto”, conclui.

A data é 18 de janeiro de 2021. Cerca de 223 milhões de CPFs, 40 milhões de CNPJs e 104 milhões de registros de veículos de brasileiros estão à venda na Internet. Para piorar, até o momento ainda não se sabe de onde essas informações foram coletadas. Um dos maiores vazamentos de dados da nossa história.

Segurança é parte dos problemas estruturais dos sistemas de informação – e incluído em “sistemas” estão as pessoas e a cultura de gestão da informação dos negócios, alerta o professor Silvio Meira, cientista-chefe da TDS.company. Ele lembra que, no começo de dezembro passado, outro megavazamento já havia ocorrido. “Foram 243 milhões de registros de pacientes [vivos e mortos, com cadastro no SUS ou plano de saúde] que foram expostos online. isso é o brasil inteiro”, contabiliza.

Ele observa que, no cenário atual com a pandemia, segurança da informação se torna ainda mais crítica. Carros, aviões, marca-passos, lâmpadas, casas, escritórios, fábricas, usinas nucleares, redes elétricas, bonecas, babás eletrônicas… Se alguma coisa está ou puder ser conectada, estará na “IoTeRP”, a internet das coisas em risco permanente, diz. Meira detalha que novos métodos, técnicas, sistemas, plataformas, fundamentos teóricos e ferramentas cada vez mais complexas se tornarão parte do arsenal para lidar com ameaças que nunca pensamos que fossem se tornar parte de nosso dia a dia.

Não há como falar em proteção de dados das pessoas sem falar na Lei Geral de Proteção de Dados. Mas para Silvio Meira, segurança da informação é mais um problema de estratégia do que legal. Ele diz que é certo que as multas da LGPD vão chegar às empresas já no começo do próximo semestre. “Mas essa – por incrível que pareça, não deveria ser a principal razão pela qual os negócios de todos os tamanhos e mercados deveriam incluir uma estratégia de informação em suas agendas”, observa.

Silvio Meira sugere aos gestores um “autoexame” para saber se a suas organizações têm um mínimo de controle sobre a informação. Perguntem três coisas para quem é responsável pela gestão dos dados:

Dos dados deveríamos ter, quais temos… e que outros temos que não deveríamos?…
Onde os dados ficam, exatamente, e que sistemas usam que dados e para quê?…
E, finalmente, o que podemos apagar, entre todos os dados que temos?

“Sem respostas a estas três perguntas básicas, não só a sua organização tem um problema radical de segurança de informação, mas ela ainda nem começou a tratar dados, a sério, como criador de valor para o negócio. Se eu fosse você, me preocuparia. Muito”, provoca.

O professor diz que classificar dados como novo petróleo é uma metáfora simplista. “É bem mais complicado. Se formos comparar com fontes brutas de energia, dados seriam o novo urânio: têm que ser minerados, refinados para separar o que se quer do que não serve; têm que atingir massa crítica e serem processados para gerar energia [valor!] e o descarte é um perigo, para o negócio e o ecossistema”, compara. Para ele, ficar com dados que não geram mais energia – valor – é problema garantido, e talvez dos grandes.

O primeiro mês do ano começou atropelando – literalmente – muita gente. A surpreendente saída da Ford do mercado brasileiro pegou a todos de surpresa. No final do ano passado, a Mercedes Benz também já havia encerrado as operações no país. Pablo Di Si, presidente da Volkswagen na América Latina, disse numa live para o Valor Econômico que o setor retrocedeu, em 2020, quase duas décadas em termos de vendas e produção.
De fato, não bastasse a queda na produção/vendas em torno de 20% em 2020, o setor convive com desafios enormes como alta carga tributária, a troca de propulsores à combustão por híbridos ou mesmo os totalmente elétricos; a chegada de carros autônomos; mudança na essência do “produto carro” para o “serviço carro”; concorrência acirrada; legislação trabalhista; questões ambientais e assim por diante. Por aqui, enquanto esses entraves puxam o freio de mão do setor, na Europa, a Honda pisa no acelerador e promete disponibilizar seus principais modelos com motor elétrico já no ano que vem. A iniciativa estava prevista para 2030 e depois foi antecipada para 2025. Agora, a previsão é 2022.
Nessa linha, nosso cientista-chefe, professor Silvio Meira, já alertava, no final do ano passado, para alguns impactos que vamos experimentar não só nas montadoras mas na indústria de um modo geral. Para ele, as coisas conectadas, vão mudar a fábrica que terá que lidar com seus produtos como serviços. “A fábrica que só faz produtos e envia para um distribuidor ou direto para um varejista é o passado da fábrica”, sentencia. O futuro da indústria está no espaço físico aumentado pelo digital, orquestrado pelo social e em tempo (quase) real.
A fábrica “figital” sai do prédio analógico e ganha o mundo. Além das coisas, cujas conexões não só entre si mas com a fábrica, são óbvias; as pessoas, de dentro e de fora da indústria começam a ser conectadas em redes e orquestrar essa dinâmica. “Uma das ideias por trás dos modelos de negócios C2M [client-to-manufacturer] é trazer dados dos clientes e a partir daí, gerar insights sobre produtos novos ou atuais”, observa.
Meira defende que mais que “só” conectar produtos, as plataformas digitais da fábrica figital conectam tudo. Têm o potencial de fazer da fábrica o sistema operacional não só dos seus produtos, mas do contexto no qual eles são usados. Mais do que olhar para esse cenário e possibilidades como processo industrial, como é típico no pensamento fabril [especialmente no Brasil], a indústria deveria pensar seriamente em como usar as possibilidades combinadas da internet das coisas e das plataformas digitais para criar, operar, manter e evoluir ecossistemas digitais. E a indústria automotiva não é exceção.
Até porque, segundo ele, a transformação de produtos em serviços é óbvia, como imaginação, mas extremamente complexa como transformação. Só que é, ao mesmo tempo, inevitável como futuro, e de imenso potencial como negócio. Nesta década, o motorista de carros autônomos não é um produto, mas um serviço, com assinatura e pagamento, recorrente, mensal.
Na fábrica figital do carro, há um digital twin do veículo que ela própria dirige, faceta de negócio que vai gerar suas maiores margens, porque o carro, a lata, é só o suporte para performance, para a mobilidade conectada, onde tudo é software. Aliás, tudo é software – como serviço, que cria resultados para os clientes – em todas as fábricas. “Indústrias que não entenderem isso vão ter dificuldade para sobreviver já na primeira metade desta década e, principalmente, depois”, conclui.

Quando se fala em digital first no setor da saúde, muita gente imagina médicos sendo substituídos por sistemas que usam inteligência artificial, algo como o que já vemos, por exemplo, nos escritórios de advocacia.

No entanto, Saúde 5.0 não é sobre tratamentos com supertecnologias. Não é nem sobre cuidados de saúde centrados no paciente, defende nosso cientista-chefe, o professor Silvio Meira. “É sobre bem-estar e envolve parcerias, articulações e redes de longo prazo com as pessoas – enquanto ainda não são pacientes, e depois. Depende muito de tecnologia, mas não é tecnologia, que habilita o trabalho e a ação humana”, explica.

O setor de saúde estima que por causa da Covid-19, mais de dois milhões de consultas digitais tenham sido realizadas só no Brasil no ano passado. Num país de mais de 210 milhões de habitantes, segundo o IBGE, dois milhões de consultas parece pouco, mas não é. Principalmente porque o Congresso autorizou a prática em abril último. E só até quando durar a pandemia e seus efeitos.

Médicos e pacientes, por tudo o que se sabe, fizeram bom uso do modo digital de relacionamento, que de resto já usam para quase tudo. Mas o que foi feito – de digital em 2020 – estava no passado, só veio para o presente por causa da emergência.

Meira alerta que os médicos não serão substituídos por inteligências artificiais, como pensam alguns alarmistas. “Mas os médicos que não usam inteligência artificial serão substituídos pelos que usam”, sentencia. Ele sustenta que é só estudar as mudanças que as inovações causaram no passado e pensar. O professor lamenta que forças desse passado, em especial um certo setor que teme a substituição de médicos por sistemas de informação, estejam trabalhando contra os avanços na telessaúde. O risco é que todo esse futuro promissor fique apenas como uma promessa, uma possibilidade e não se concretize.

E explica porquê:

“Inovação social, em grande escala, depende do espaço regulatório, sempre. No Brasil, os reguladores de muitos mercados são essencialmente analógicos e, a depender deles, continuaremos na idade da pedra digital”.

Então, é preciso superar esses desafios e entender os benefícios que a inovação pode provocar no setor de saúde no Brasil, um país em que esses “saltos tecnológicos e comportamentais” podem literalmente salvar milhares de vida.

A pandemia vem trazendo transformações significativas para empresas, equipes e profissionais.  São desafios enormes e que vão exigir soluções cada vez mais inovadoras tanto para quem sofreu com queda de performance, quanto para aqueles que viram a demanda por seus produtos e serviços explodir.

Ao longo desses últimos meses, muitas soluções foram alcançadas na base da tentativa e erro. No entanto, é consenso que todos os efeitos e impactos da Covid-19 na economia vieram para ficar e não dá mais para improvisar. É nesse contexto que se insere o MiST (Master in Strategy Transformation), desenvolvido pela Cesar School e pela TDS Company.

A proposta do curso é ser uma ferramenta para apoiar profissionais e suas organizações a atuarem de maneira inovadora num mercado no qual as operações físicas e as plataformas digitais e sociais estarão cada vez mais conectadas. Bem-vindos ao “figital”.

O principal diferencial do MiST é base de conhecimento ancorada na plataforma strateegia, da TDS. A empresa acumula nesse framework quase duas décadas de experiência em inovação digital e transformação estratégica. Tem uma carteira de clientes que inclui corporações do mercado mundial de bebidas, grandes empresas nacionais das áreas de comunicação, incorporação imobiliária, varejo de alimentos, beleza, saúde, pesquisas, entre outras.

O MiST foi desenhado para ser uma imersão prática. Será totalmente remoto, em um mapa modular exclusivamente planejado para facilitar o processo de entendimento dos conceitos e estímulo ao debate e ao aprendizado colaborativo. As atividades serão conduzidas por professores/habilitadores com vasto conhecimento de mercado e toda a interação na plataforma será apoiada por monitores.

Uma experiência que será ampliada por debates com convidados em diferentes pontos do processo para promover reflexão crítica a respeito das ações práticas. O curso tem duração de 10 meses.

As aulas começam no próximo dia 27 de janeiro.

Informações e inscrições em:

contatobiz@cesar.school

https://vempra.cesar.school/turma/mist/turma-2021-1

Inovar vem sendo, há um bom tempo, palavra de ordem para muitos negócios. As mudanças sociais, econômicas e comportamentais que estamos acompanhando, principalmente com a Covid-19, deixaram essa palavra de ordem cada vez mais urgente. E não se pode falar em inovação sem transformação digital. É desse combo que os negócios precisam para permanecerem vivos e competitivos nesse futuro, que já se faz presente, daí a importância da parceria da TDS Company, do Porto Digital, com a InovaMundo, do Ceará.

Com conhecimento de pelo menos duas décadas dos seus cientistas no cenário digital, a TDS Company habilita processos de adaptação, evolução e transformação nos negócios utilizando seu framework e sua plataforma própria (STRATEEGIA.DIGITAL). A parceria com a empresa do Ceará expande a atuação da TDS Company, que além da sede no Recife, possui uma unidade em Portugal. A InovaMundo traz para essa parceria sua expertise em desenvolver negócios atuando em rede para alavancar instituições públicas e privadas por meio da inovação.

“Impulsionamos organizações a perceberem as transições pelas quais mercados, empresas, times e pessoas estão passando e traçamos com essas organizações estratégias digitais para se adaptarem e evoluírem nesse cenário, o que tem total afinidade com a atuação da InovaMundo”, afirma Silvio Meira, cientista-chefe e cofundador da TDS Company. A InovaMundo opera com gestão da inovação, comunicação para o mercado, investimentos e desenvolvimento de negócios e é voltada para empresas, investidores, startups e governo.

“Somos uma organização que usa o conhecimento sobre empreendedorismo inovador e sustentável, transformando inovação em ganhos coletivos, geração de riqueza e aumento de competividade”, ressalta Mário Gurjão cofundador da InovaMundo, que soma competência de profissionais do APSV Advogados, da Abax Auditoria e Consultoria e da Integra Desenvolvimento de Negócios.

A parceria foi firmada em agosto, e as duas empresas já começam a atuar juntas ainda no segundo semestre deste ano para fortalecer o ecossistema de inovação no Ceará. A TDS Company entra como núcleo de estratégia, disponibilizando para a InovaMundo sua expertise, que tem como base o STRATEEGIA, um método inovador e inédito, desenvolvido pelos cientistas da TDS Company, Silvio Meira e André Neves.